Novo "avistamento" em Amares! INCER solicita colaboração da população na preservação da Espécie

quarta 28 julho 2059 42034 ações

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Foi hoje novamente avistado em S. Pedro Fins (Amares-Braga) uma espécie há muito considerada extinta em território nacional e internacional.

O 3º consecutivo esta semana, leva a querer que tenha nidificado nas encostas verdejantes do ponto mais alto de Amares, tendo sido o alerta dado pela equipa de geólogos internacionais enquanto faziam prospecção de petróleo em território Amarense.

Em entrevista ao CNoticias, Jean C. Van-Damme, chefe da equipa de pesquisa, argumenta que só lamenta ter contactado o INCER (Instituto Nacional de Conservação de Espécies Raras) recentemente, apesar de a primeira observação ter ocorrido na mais de uma semana:

-"Ao início esta céptico quando vimos um casal de animais estranho a correr monte a baixo a procura de comida, mas quando nos cruzamos pela terceira vez com eles, tivemos a certeza absoluta do que se tratava."

O elementos da equipa de estudo do INCER chegaram hoje de manhã a Amares e já iniciaram medidas preventivas para a captura do casal, sendo um dos seus objectivos a preservação da espécie através da reprodução em cativeiro.

Entusiasmados com a recuperação de uma espécie a muito considerada extinta, solicitam o apoio e a ajuda da população, deixando alguma da pouca informação disponivel sobre a espécie e os seus hábitos:

-Normalmente vivem no campo, embora algumas espécies habitam locais sombrios e húmidos dos parques das cidades.

-No dicionário são descritos como uma espécie de pássaros ou peixes; outros pensam que são parecidos com o pirilampo ou ouriço. A quem acredita serem vegetais que vivem debaixo da terra: no princípio do século XX, eram descritos como pequenos bolbos da espécie do lírio e comestíveis.

-O Glossário dos escuteiros definem estes seres como um animal de características especiais, nocturno, muito difícil de caçar. Normalmente caçam-se nos acampamentos.

-No Entre Douro e Minho, este animal imaginário é conhecido por Pio-Pardo. No Baixo Alentejo, é conhecido por Gramutilho. Na Galiza, é chamado de Biosbardo.

-Desconhece-se a origem do nome cientifico, no entanto, pode ter alguma relação com a palavra "Gambito" (ardil para prostar o adversário) e com a palavra "Gambina" (perna) no sentido de "passar a perna".

Caso aviste algum, por favor contacte o INCER imediatamente.

Hoje a noite será organizada uma batida a fim da captura do casal, pelo que deixamos algumas dicas para sejam capturados sem qualquer tipo de danos, garantindo assim a fertilidade em cativeiro:

-A caça aos gambuzinos faz-se geralmente à noite, sendo popular em Portugal e em várias regiões da Espanha, como na Galiza, onde a estação de caça está aberta o ano inteiro, e não requer licença especial para a prática desta actividade.

-A caça ao gambuzino é considerado um desporto popular, com a intenção de conservar a tradição, sendo a principal causa de extinção da espécie.

-Tradicionalmente, são usados sacos de serapilheira para os capturar. É tradição organizar caçada aos gambuzinos e convidar pessoas ingénuas para ir junto. Frequentemente são levados nestas caçadas, irmãos ou sobrinhos mais novos. É visto como um desporto de família.

Ajude-nos a proteger uma espécie ameaçada.
Colabore com o INCER.

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